Resumão

O Brasil em 2012

Brasil-2012

Fazer um balanço da temporada do tênis brasileiro não é algo tão simples. Algumas boas surpresas, outras nem tanto, frustrações, alegrias…enfim, vejamos como foi o desempenho de alguns dos nossos principais tenistas e a expectativa de cada um para a próxima temporada.

Thomaz Bellucci

O número 1 do Brasil fez uma temporada dentro do seu padrão nos últimos anos, cheia de altos e baixos. Começou o ano como 37º do ranking e teve os seus momentos de destaques.

Interessante notar que o paulista conseguiu ter um ano bem razoável sobre o piso duro, que é de longe o seu ponto mais fraco. Foi neste piso que Bellucci fez bons jogos contra Federer em Indian Wells e Basel, venceu o gigante Karlovic e chegou à sua primeira final no piso rápido, em Moscow, perdendo para o italiano Seppi.

Quando viu a corda apertar o pescoço e chegar ao 80º lugar no ranking, correu pra sua casa, o saibro. Foi humilde, disputou um challenger (Braunschweig), venceu, ganhou moral, fez semi em Sttutgart e conquistou Gstaad pela 2ª vez na carreira.

Encerra o ano como 33º do ranking e com uma vitória muito bacana sobre Federer na semana passada, durante a Federer Tour. Foi exibição? Sim, mas em momento nenhum do jogo e da semana o suíço mostrou que estava brincando em quadra.

Decepcionou ou mandou bem? Bellucci conseguiu mandar bem e decepcionar. Conseguiu vencer Ferrer com autoridade no saibro (Monte Carlo) e perder para Haase logo em seguida.

Expectativa: Espera-se um bom 2013 do brasileiro, que precisa buscar pontos nos torneios mais importantes, como Masters e Slams. Em Grand Slam, Bellucci só passou da primeira rodada no Australian Open, ou seja, tem poucos pontos para defender. Mais maduro, acredito que o paulista possa chegar ao top 20 ou quem sabe beliscar um top 15.
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2012: Eu vi. E não vi.

Maria Retro

Antes de qualquer coisa, já vou avisando esse post é sim uma retrospectiva, como sugere o título; mas é uma retrospectiva diferente. A proposta aqui é contar sob os olhos de um fã como foi o ano de 2012 em seu esporte favorito. O fã em questão sou eu mesmo. É como se fosse um texto escrito por qualquer um de vocês, mas com as minhas palavras e com os meus personagens. Então, não me julguem.
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10 coisas que aprendi na Gillette Federer Tour

10 coisas que aprendi na Gillette Federer Tour

Dos dias 6 a 9 deste mês o Brasil recebeu a elite do tênis profissional em São Paulo e o 40-love estava lá para prestigiar o evento, conhecer membros da Tênis Máfia e tietar Dácio Campos.

Minha experiência na Gillette Federer Tour, ou “Roger e amigos”, foi tão marcante que decidi compartilhar com vocês o que eu aprendi durante meus dias no evento. Sentem que lá vem a história, crianças.
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WTA YEC 2012: Dia #3

Mais um dia dramático no YEC 2012.
O terceiro dia de competições garantiu mais um dia de jogos para algumas e fechou o ano de outras.

[8] Li def. [5] Kerber / 6-4 6-3

Grupo vermelho

O único jogo até o momento onde Kerber era a favorita não foi de acordo com a previsão de muitos.
Li Na jogou bem, se mostrou bem mais calma (em comparação ao jogo com Serena) e produziu tênis de qualidade quando precisou. Claro que as 8 duplas faltas e um saque bem menos eficiente do que ontem por parte de Kerber ajudaram.

Com a vitória Li compete diretamente com pelo segundo lugar no grupo vermelho, ambas com uma vitória e uma derrota. E para Kerber fica aqui seu último jogo oficial do ano. Um ano espetacular e possivelmente o primeiro de muitos ótimos anos que esperam a alemã.

[3] Williams def. [1] Azarenka / 6-4 6-4

Grupo vermelho

No jogo mais esperado do dia, Serena Williams não deu mole a atual número um do mundo e terminou sua campanha nas rodadas round-robin com um recorde perfeito de 3-0 (com 6-0 em sets).

O jogo começou em um certo equilíbrio, ainda num nível mais baixo do que o apresentado em outros encontros das duas. Vika chegou a quebrar o saque de Serena, mas suas duplas faltas (foram 9 no jogo) custaram caro demais e a bielorussa foi quebrada 2 vezes no set, dando o set a adversária por 6-4.

No segundo set, games soltos de saque de Williams a deixaram duas quebras abaixo, com 0-3. Naturalmente, ela se recuperou e terminou o trabalho com outro 6-4.

A vitória marca a vitória de número 12 contra o top 5 neste ano, sem nenhuma derrota. Ela descansa amanhã e espera a ganhadora de Radwanska e Errani nas semifinais de sábado.
Resta a Azarenka ganhar de Li amanhã para se classificar para as semifinais e, como Serena disse que espera, encontrar a americana na final novamente.

[7] Errani def. [9] Stosur / 6-3 2-6 6-0

Grupo branco

O último jogo da noite poderia muito bem render um musical chamado “Samantha Jane: horror show”. Estrelado por Redfoo. Com “Gangnam style” na trilha sonora.

A primeira alternate – que tomou o lugar de Kvitova – não encaixou seu jogo em quase momento algum da partida. Seus principais golpes, seu saque e seu forehand, não pareciam aqueles golpes que lhe ganharam o título do US Open 2011. A maior prova disso é que o golpe mais eficiente dela no jogo foi seu backhand. Quem acompanha a australiana sabe o quão cômico – se não triste – isto é. No saque, Sam só conseguiu 1 ace, contra 2 de sua adversária, que tem o primeiro saque tão rápido quanto a média de velocidade do forehand de Sharapova.

Quanto a Errani, com a vitória de hoje ela conseguiu sair do buraco e tem chances de se classificar para as semis, se ganhar de Radwanska amanhã.
Stosur ainda faz uma partida (de exibição) contra Sharapova amanhã, mas não tem chances de avançar no torneio.

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Em tempo de mais cointosses pelo Redfoo: cronograma de amanhã (començando ao 12h, horário de Brasília):

1. Maria Sharapova vs. Samantha Stosur (Grupo branco)
2. Agnieszka Radwanska vs. Sara Errani (Grupo branco)
3. Victoria Azarenka vs. Li Na (Grupo vermelho)