Fim de semana cheio de partidas que nos mantiveram ocupados e, como sempre, procrastinando.
Entre elas, estavam as partidas da Fed Cup. Semifinais e play-offs rolaram no mundo todo. Aqui falamos dos confrontos do Grupo Mundial.
- 15-0: Eu pensava que a Rússia faria valer o mando de quadra, se bem que escolher o saibro para jogar contra Jankovic e Ivanovic, quando não se tem Myskina, Safina e Dementieva… é muita russice.
- 30-0: Auf geht!!! Se a Petra pode latir quando comemora, eu também posso.
República Tcheca x Itália
Por 15-0.

As Tchecas mais uma vez escolheram o hard coberto para tentar a vaga para a final e lutar pelo bicampeonato. Falem o que quiser, mas Kvitova se transforma na FED CUP e na quadra dura coberta a campeã de Wimbledon é ainda mais imponente. Junte-se a isso a draga que vive a Itália e sua melhor tenista, Francesca Schiavone. Ah, e para completar, Safarova vem em boa fase… O resultado não podia ser outro: Vitória das donas da casa por 3-0 (duas vitórias de Kvitova – ambas em dois sets – e uma de Lucie Safarova – sobre Schiavone). Com a vaga na final garantida, o técnico tcheco, que está careca de saber que é importante contar com todo o seu time, mandou a bela Andrea Hlavackova para quadra contra Errani. A tcheca até venceu o primeiro set, mas não conseguiu sair com a vitória em sua estreia na Fed Cup e a Itália marcou o seu pontinho de honra. Hlavackova se juntou à Hradecka e deu números finais à semifinal, 4-1 para as atuais campeãs. Quem segura as loirinhas? Eu quero ver!
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- 30-0: Parece que a Safarova finalmente superou o Berdych hein? Bem vinda de volta, sua linda talentosa. Essa coisa de digievolução da Kvitova na Fed Cup me assusta, a mulher vira um monstro e sai derrubando tudo que vê pela frente.
- 40-0: WHAT. EVER. Kvitova é tão 2011. Volta pro canil, Petra.
Sérvia x Rússia
Por 40-0.

Rússia sem sua melhor tenista e Sérvia com as suas duas melhores ranqueadas? Óbvio que coisa boa não sairia disso.
Sharapova já cumpriu sua cota de patriotismo do ano e não jogou este tie (assim como não jogaria a final se o time tivesse passado, acho) e do outro lado Aninha e Jota-Jota deixaram a rixa de lado e se juntaram pra levar seu país a final da Fed Cup.
Alguém me explica porque diabos Tarpischev levou Kirilenko, a melhor ranqueada do time (21) e uma excelente duplista, e não a usou pra NENHUM confronto? Pois é. Kuznetsova jogou dois jogos de simples, ganhou e perdeu outro. Pavlyuchenkova jogou dois de simples e um de duplas (escraviária do time?) e só ganhou nas duplas, com Vesnina.
Jankovic, que tem mostrado sinais de sua velha forma de vez em quando, fez um jogo tranquilo contra Pavs, ganhando por 6-4, 6-3. Já Ivanovic cavou sua própria cova no jogo contra Sveta, numa combinação de regularidade de Sveta com erros não-forçados que apareciam como funkeiros em transmissão ao vivo da Globo no centro de São Paulo. Ela conseguiu diminuí-los por somente um set, e perdeu a partida por 2-6 6-2 4-6.
No segundo dia, Pavlyuchenkova mostrou-se bem mais regular e levou o primeiro set contra Ivanovic, mas Ana mostrou que estava disposta a ganhar e buscou os dois sets subsequentes, ganhando a partida por 3-6 6-0 6-3. JJ chegou inspirada em seu jogo contra Kuznetsova, talvez pela vitória do dia anterior, e arrasou Sveta com 6-1 6-4.
As duas outras jogadores bem menos conhecidas do time sérvio, Jovanovski e Krunic, perderam o único jogo de duplas do tie 4-6 0-6.
Sérvia na final pra enfrentar a República Tcheca de Kvitova. Pra quem você torcerá? Eu sei que serei Team Ajde.
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- 15-0: Na boa, a Pavs é uma coisa de outro mundo. Tá numa draga do caramba e fica arriscando cada bola incrível. O jogo dela é muito perigoso, ela assume muitos riscos. Mas quer saber, ela perdeu o jogo quando sacou para o pneu e DEU (de bandeja) TRÊS games para a Ivanovic. Se fechasse no pneu a coisa poderia ter sido bem diferente. Não vi Sveta x Ivanovic, mas só sei que a Kuznetsova que perdeu para Jankovic não foi a mesma que ganhou da Ana. Às vezes ter muitas opções é muito ruim. Era para ter sido a Bepa, mas ela entrou numa maré de rets. que só Deus.
- 30-0: Só uma coisa me chamou a atenção neste confronto, o sanduba que fizeram com a Jota Jota no final de um jogo aleatório ae, pode isso, Arnaldo?
Alemanha x Austrália
Por 30-0.

Tinha tudo pra ser fácil pras meninas alemãs. O time australiano contava com Samantha Stosur que não conseguia resultados convincentes desde seu título no US Open 2011, Jarmila Gajdosova que seguia numa draga horrível e entrou em quadra com um cartel de 6 vitórias e 9 derrotas em 2012, Casey Dellacqua que também não sabe o que é um resultado bom já tem algum tempo e, por último, a novata Olga Rogowska de apenas 20 anos de idade. No lado alemão da coisa tínhamos Julia Goerges, que pra muitos (inclusive pra mim) é uma jogadora que tem seu melhor jogo nas quadras de terra, Andrea Petkovic voltando de um loooooooooongo, mas muito longo mesmo, morremos de saudade de tão longo que foi esse período que ela ficou longe das quadras, Angelique Kerber, que vinha num ano muito bom, e o peso morto Anna-Lena Groenefeld.
Como eu disse, tinha tudo pra ser fácil pras alemãs, mas deu ruim na parada. No primeiro jogo entre Samantha Stosur e Angelique Kerber, o top spin que vem EM TODOS OS GOLPES, repito, TODOS OS GOLPES da australiana trouxe grandes dificuldades pra coxuda nº2 que tentou segurar o jogo o máximo que pôde, mas acabou sucumbindo em 2 sets a 0. A grande esperança alemã estava então nas mãos de Julinha Gorgeous que entraria em quadra para o segundo jogo com a Jarka. Tudo ia bem até o momento em que houve a manifestação da 1ª Lei de Murphy: “Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.” A coisa podia dar errado pras alemãs e deu errado da pior maneira, no pior momento causando o maior dano, Jarka jogou tudo o que pode e o que não pode e então BOOOOOM a Austrália tinha 2 a 0.
No segundo dia de competições era o tudo ou nada, Andrea Petkovic entrou em quadra pra enfentar Samantha Stosur após quase 4 meses longe das quadras, o que foi visto foi uma Stosur com muita vontade de vencer e uma Petkovic com sérias dificuldades de reencontrar seu ritmo em quadra. Resultado final: Austrália classificada e Alemanha rebaixada. As meninas da Alemanha ainda tiveram suas duas vitórias de consolação selando o confronto em 2/3.
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- 15-0: Cadê a Jarka nessa foto??? Absurdo!!!! Ela foi o nome do final de semana em Stuttgart. Ninguém esperava que elavencese a Julinha.
- 40-0: Chupa, Alemanha, chupa Kerber, go Sam! That is all.
Japão x Bélgica
Por 15-0.

Sem Kim Clijsters, Yanina Wickmayer e Kirsten Flipkens, a base dos últimos times na Fed Cup, a Bélgica foi ao Japão para levar um sapatada da tia Kimiko e suas sobrinhas. As top 100, Date-Krumm e Ayumi Morita não tiveram problemas para passar pelas “juvenis” Van Uytvanck (18) e Hendler (19). O único ponto do time belga foi marcado por Van Uytvanck que bateu Kurumi Nara em dois sets. Tia Kimiko e Fujiwara marcaram, nas duplas, o último ponto das anfitriãs e rebaixaram as belgas para o Grupo Mundial II. Sem Kim Clijsters, que se aposenta esse ano, a Bélgica está cada vez mais dependente de Yanina Wickmayer.
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- 30-0: Kimiko hein, galerinha belga…
- 40-0: Nunca subestime tia Kimiko e suas sobrinhas. Quando você menos espera elas podem abrir os olhos e virar samurai em quadra.
EUA x Ucrânia
Por 30-0.

A análise desse confronto é muito simples, NÃO DÁ PRA VENCER UM TIME COM DUAS SERENAS!!! Rapaz, uma Serena já é uma coisa difícil de lidar, é preciso uma dose muito grande de Sharapova, mas duas Serenas é algo que causa um desequilíbrio cósmico, tira a Terra da órbita e explode o Sol, ainda mais se a juíza de cadeira for japa e marcar um foot fault…
Brincadeiras à parte, o time ucraniano é muito jovem e pouco experiente perante a força do time americano que entrou em quadra com Serena Williams, Christina McHale, Sloane Stephens e a nº1 do mundo das duplas Liezel Huber. Dentre as jogadoras, as únicas que conseguiram impor alguma resistência foram Lesia Tsurenko, que conseguiu arrancar um set da McHale, e a caçulinha da equipe Elena Svitolina, que conseguiu um 1º set bem equilibrado também contra a McHale.
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- 15-0: O ponto alto desse torneio foi conhecer a Elena. Que backhand, que forehand, que serviço, que coxas!!!!
- 40-0: Olha a Serenão enchendo o tio Sam de orgulho e indo pro subúrbio da Ucrânia jogar pelo seu país. Será que teve festa anos 80 por lá na comemoração?
Eslováquia x Espanha
Por 40-0.

Sanduíche de Cibulkova.
A Eslováquia da loiríssima Daniela Hatuchova e da “loirínima” Dominika Cibulkova jogaram um play-off contra a Espanha de, er, ninguém. Carla Suarez Navarro não estava lá pra ser parada por ninguém e tirando Soler-Espinosa, todo o time espanhol está no pé-da-cova tenistíco, com média de idade de 30 anos.
Cibulkova abriu o confronto com uam vitória confortável sob Dominguez-Lino, enquanto Dani teve um de seus famosos brain-farts e perdeu seu jogo pra Soler-Espinosa em sets diretos, 6-7(5) 4-6.
No segundo dia, mais uma vitória de rotina para Cibulkova: duplo 6-4 em Soler-Espinosa. No jogo seguinte Hantuchova tanto tentou que conseguiu tomar um pneu de Dominguez-Lino no primeiro set, até lutar muito pra achar alguma forma e vencer os dois sets seguintes, ganhando de 0-6 7-6(4) 6-4 depois de 2 horas e 42 minutos.
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- 15-0: Dani, o que te deu, filha?! Perder para Soler Espinosa e tomar pneu da anã de jardim?? Se não fosse a Cibulkova para dar os dois pontos e para animar na torcida, eu não sei não… Domi tá cada vez mais a cara do time da Eslováquia na Fed Cup. Bye, Legs!
- 30-0: Coxas, sorrisos e mais sanduíches, amo essa WTA hahaha.